sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Conta-nos uma história!


O concurso “Conta-nos uma história!” é uma iniciativa promovida pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), através da Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL), em parceria com a Microsoft. O concurso implica a conceção e desenvolvimento de recursos digitais áudio e vídeo, que consistam na produção colaborativa de uma história original ou no reconto de histórias já existentes (por exemplo, contos, fábulas, parábolas, mitos ou lendas).

Informações e apoio: Disponível o site de apoio www.erte.dgidc.min-edu.pt/historias e o endereço de correio eletrónico: podcast@dgidc.min-edu.pt

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Implementar Trabalho de Grupo na Sala de Aula

O trabalho de grupo pode ser um método eficaz para motivar os alunos, encorajar a aprendizagem activa e desenvolver capacidades críticas, comunicativas e de decisão. Mas sem a devida planificação e acompanhamento, o trabalho de grupo pode frustrar alunos e professores e parecer uma perda de tempo. Utilize estas sugestões para implementar, de uma forma bem sucedida, o trabalho de grupo na sala de aula.



Planear Actividades Para Grupos Pequenos

Transformar a tarefa num desafio.
Atribuir tarefas de grupo que encorajem o envolvimento, interdependência e a divisão justa do trabalho.
Escolher a dimensão do grupo.
Estabelecer divisão dos grupos.
Forneça tempo suficiente para o trabalho de grupo.
Tentar prever as respostas dos alunos.

Introduzir Tarefas de Grupo
Partilhar os princípios que levam à aplicação do trabalho de grupo.Designar os grupos antes de dar instruções.
Explicar atarefa claramente.
Preparar instruções escritas para os alunos.
Estabelecer regras para a interacção do grupo.
Deixar os alunos colocarem questões.

Monitorizar Tarefas de Grupo
Monitorize os grupos mas não controle.
Esperar bastante dos alunos.
Evitar partilhar os conhecimentos.
Clarificar o papel de facilitador.
Concluir Tarefas de Grupo
Fornecer uma conclusão para as actividades de grupo.
Demonstrar como os alunos devem participar.
Relacionar as ideias apresentadas com os conteúdos e objectivos da disciplina.
Evitar exposições inesperadas.
Conclusão em aberto.
Pedir aos alunos para reflectirem acerca do processo do trabalho de grupo.

Traduzido e adaptado de Teaching Tips, no âmbito da parceria com o Centre for Teaching Excellence, University of Waterloo (Waterloo, Ontario,
Canada).

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Uma nova arma para combater a dislexia

Um tipógrafo holandês concebeu um novo tipo de letra, especialmente desenhado para minimizar os erros cognitivos causados pela dislexia.

A dislexia é responsável por gerar dificuldades na leitura e na escrita, afetando a aprendizagem de milhares de crianças. Calcula-se que a dislexia – cujos sintomas passam por confundir algumas letras, por exemplo, ou dificuldades de associar os sons às letras – afete até 10% da população mundial, manifestando-se de várias maneiras.

A falta de informação dificulta muitas vezes o apoio aos que sofrem de dislexia, que, normalmente, superam as dificuldades apenas através do próprio esforço. Christian Boer, tipógrafo e disléxico holandês, lembrou-se, no entanto, de estudar e criar um novo tipo de letra que poderá representar uma grande ajuda para os disléxicos.

A nova tipografia, chamada Dyslexie, de acordo com um estudo independente da Universidade de Twente, na Holanda, parece ser bastante funcional. Em 2009, 21 alunos com dislexia testaram a Dyslexie e o resultado foi positivo – quando liam textos escritos com a nova tipografia, cometiam menos erros.

“Posso dizer que trabalhei na vírgula durante quatro horas e na letra ‘a’ durante mais de 12 horas”, declarou Boer à revista Fast Company, ilustrando o trabalho que lhe deram as alterações que fez em cada letra do alfabeto e pontuações.

O tipógrafo holandês teve a ideia em 2008, quando começou a otimizar um tipo de letra ao seu próprio olho. Pouco tempo depois, contratou oito pessoas com dislexia para o ajudarem no desenho da tipografia. Uma das características principais do alfabeto Dyslexie é o “peso” das letras, cuja parte inferior foi reforçada para sobressaírem no papel e facilitarem a leitura.



In Movimento Milénio, por Carlos Afonso Monteiro | 27 de Julho de 2011

Sindrome de Asperger

domingo, 20 de novembro de 2011

Deficiente aprende a andar com máquina criada pelo pai

Deficiente aprende a andar com máquina criada pelo pai
Veja, clicando no link abaixo, uma reportagem da televisão Telesur sobre a invenção
Esta notícia tem conteúdo multimédia, clique aqui para visualizar
Um menino argentino de sete anos de idade nasceu com uma paralisia cerebral que atrofia a sua capacidade motora. Os médicos disseram que a criança nunca seria capaz de andar. No entanto, o pai de Ivo, um mecânico, criou uma máquina “milagrosa” que desenvolveu a capacidade motora da criança, avança a BBC.

Jorge Cardile, o pai de Ivo, é mecânico em Buenos Aires e recusou aceitar o prognóstico dos médicos. Durante cerca de um mês, o pai do menino juntou peças de bicicletas e placas de madeira, construindo um reabilitador motor. Jorge aplicou todas as suas poupanças na construção de quatro protótipos.

“Disse a mim mesmo que tinha de fazer alguma coisa. Por isso fiz esta máquina e conseguimos resultados”, explicou à BBC. A máquina ajudou o menino a corrigir a postura e a movimentar braços e pernas.

Ao poucos, Ivo tornou-se capaz de andar sozinho. “Esta máquina corrige a postura, estimula os músculos, e pode mesmo promover um progresso cerebral nos mais novos”, disse à BBC.

Jorge Cardile quer pôr o aparelho à disposição de várias crianças ou até adultos que tenham o mesmo problema. O pai de Ivo está também à procura de uma empresa que ajude a produzir sua invenção em grande escala.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O Ministério da Educação vai gastar menos 30 milhões de euros com os alunos com necessidades especiais

O Ministério da Educação vai gastar menos 30 milhões de euros com os alunos com necessidades especiais de aprendizagem e menos 5,7 milhões na acção social escolar em 2012.
De acordo com os mapas que o Ministério liderado por Nuno Crato enviou para o Parlamento – onde nesta quinta-feira será discutido o orçamento na especialidade – a Educação Especial terá uma verba de 206,7 milhões no próximo ano, ou seja, menos 14,2 por cento em relação ao orçamento inicial de 2011.

Só nos apoios à educação especial as verbas vão diminuir 26 milhões para 181 milhões. Estes apoios abrangem os professores colocados no grupo de recrutamento da educação especial e destacados em cooperativas de educação e reabilitação de crianças inadaptadas, na Associação Portuguesa de Pais e Amigos das Crianças Diminuídas Mentais, instituições particulares de solidariedade social, entre outras.

Na rubrica das instituições de educação especial, a verba prevista atinge os 25,4 milhões, ou seja, menos 2,8 milhões do que o orçamentado inicialmente este ano. As 19 escolas particulares (com 831 alunos) vão receber 6,3 milhões, enquanto para as associações e cooperativas e IPSS serão transferidos 19 milhões (menos 1,1 milhões). Os mapas permitem ainda concluir ainda que o ministério irá apoiar mais escolas particulares, mas menos alunos.

O ministério prevê aumentar, no entanto, a verba orçamentada na rubrica “apoios à educação especial – Centro de Recursos para a Educação Especial e outros apoios”. Para 2012, estão previstos 213.500 euros, mais 10.500 do que este ano. In Jornal Público 17 de Novembro de 2011.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ser Especial é...Saber reciclar e reutilizar.

Ser especial é...

Criar momentos especiais...

Construir com papel e pedaços de cartão...

Um fantoche divertido...

Uma Maria Castanha...

Saída da minha mão...


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Acolher.

Ser educador é....

Acolher...

Ser docente de educação especial é...ajudar a ultrapassar barreiras...


Ser educador e docente de educação especial

é....


Destacar o potencial....


Mostrar que se é capaz:)

(imagem retirada da net- Obvius).

sábado, 5 de novembro de 2011

Nada que os professores não saibam

Os professores há muito que sabem isto. O aumento assustador de alunos com dificuldades de aprendizagem e que manifestam desinteresse pela escola deve-se não apenas a melhorias no diagnóstico mas também a profundas desestruturações familiares. A família tradicional, pai e mãe, tem sido vítima de uma feroz guerra cultural e política. Os efeitos estão à vista.
A falta de um clima de segurança e de serenidade na infância deixa marcas na criança, cicatrizes na "anatomia e na fisiologia do seu sistema nervoso central, difíceis de fazer desaparecer", assegurou o psiquiatra e psicanalista Emílio Salgueiro na conferência sobre o Superior Interesse da Criança que decorreu na quinta e na sexta-feira, em Lisboa. 
A neurociência moderna demonstra que os bebés criados por pais que não lhes proporcionaram um clima de segurança e de serenidade "mostram um atraso na maturação cerebral", contribuindo para que neles se instale "uma situação de stress permanente, lesando o cérebro e impregnando as vivências da criança de insegurança, aflição e desorganização", alertou Emílio Salgueiro, a propósito da discussão acerca do interesse da criança nos processos de separação dos pais.  Fonte: Público   Blogue de Ramiro Marques

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Até onde poderei sonhar (ver reportagem)

É preciso vencer... é preciso acreditar...é preciso viver...é preciso sonhar...Não exclua...apoie. Faz falta um sorriso!!!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Georges Snyders

"Quanto mais os alunos enfrentam dificuldades - de ordem física e econômica - mais a Escola deve ser um local que lhes traga outras coisas. Essa alegria não pode ser uma alegria que os desvie da luta, mas eles precisam ter o estímulo do prazer. A alegria deve ser prioridade para aqueles que sofrem mais fora da Escola.
Sei que é um pouco utópico, mas de vez em quando é necessário sonhar. Estou aposentado e sei que sonho; mas o mundo precisa, de tempos em tempos, de pessoas sonhadoras."

Georges Snyders

http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_11_p159-164_c.pdf

Publicação do livro Educação Inclusiva e Educação Especial: Um Guia para Directores



Encontra-se disponível para download a publicação Educação Inclusiva e Educação Especial: Um guia para Directores.

Elaborado com base nos contributos de diversos profissionais que se disponibilizaram a partilhar as suas práticas, e fruto de uma aprofundada reflexão sobre as mesmas, este Guia pretende constituir um suporte à acção dos directores de agrupamentos de escolas e de escolas.

Se pretender o livro em formato impresso poderá solicitar, através de dseease@dgidc.min-edu.pt, que o mesmo lhe seja enviado devendo, para o efeito, identificar o agrupamento ou escola e o respectivo endereço postal.

Fonte: DSDC/DSEEASE

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Projecto de Inclusão na Universidade de Lisboa

Vídeo/documentário informativo inserido no Ciclo de Jornadas "Conhecer para Intervir", subordinado ao tema Apoio à Inclusão.